Locais

  • Lagosta

    Ali na Prainha do Galeão em São Caetano, vez por outra ouve-se o guincho que ora devolve os barcos ao mar, ora os retira numa delicada e hipnotizante operação que todos param para ver. Inclusive os miúdos que ali passam os dias entre brincadeiras e saltos para a água. É uma baía calma e bonita, para mim a mais bonita do Pico. A presença da montanha neste lado da ilha é monstruosa. E bela. É isso que torna tão especial a Prainha do Galeão. Isso e a sua história, cujo nome assinala a memória dum galeão ali construído no século XVI como forma de pagamento de uma dívida ao rei D. João III.

  • Fajã da caldeira de santo cristo, São Jorge

    Um ano depois, não consigo esquecer a sensação de pisar um lugar praticamente virgem, quase como se fosse a primeira presença humana. E isso é só o inicio da recompensa depois de 2h30 a caminhar para chegar ali. Incrível pensar que num local tão isolado outrora habitavam 300 pessoas o ano inteiro. Hoje são apenas 3.

  • Viagens pelas receitas de Portugal

    Às vezes penso onde nos leva esta coisa das modas gastronómicas. Sou um curioso nato por todas as vertentes da alimentação mas parece que, de um momento para o outro, somos todos saudáveis, ou pelo menos tentamos ser. Nada contra, atenção! Fascinam-me todas as formas de pensar a alimentação e sou adepto assumido de uma alimentação mais consciente e informada.

  • copenhaga

    Sinto-me sempre um pouco perdido quando chego de uma viagem. Primeiro é a rotina alimentar que tem de voltar urgentemente à normalidade, por muito que custe (hoje acordei com o desejo de cinnamon buns, vejam só!), depois a bagagem que demora sempre algum tempo a desaparecer do chão do quarto, as fotos que preciso organizar, os emails em atraso! É um processo lento, isto de voltar à normalidade! Especialmente quando parte de nós prefere nem sequer voltar a essa normalidade!

Back to top