• Salteado de cogumelos e tomatte cherry com arroz de couve-flor e amêndoa

    Continuo convencido que as melhores refeições são aquelas totalmente inesperadas, do género chegar a casa sem qualquer ideia sobre o que fazer para o almoço, pegar em quatro ou cinco ingredientes disponíveis no frigorifico, temperar com isto ou com aquilo, e, ao fim de 10 – 15 minutos o prato está pronto. Regra geral são também as mais deliciosas, porque conseguem quase sempre surpreender-me. Cá está um exemplo disso.

  • Caril de peixe com arroz selvagem

    Em 2003 ouvia o Heathen num loop quase doentio. Nessa altura David Bowie, muitas vezes de mãos dadas com Jane Birkin e o seu Apocalypstick, serviam de banda sonora ao meu segundo ano de faculdade. Lembro-me perfeitamente de esticar telas e passar horas a pintar ao som de Slip Away ou Everyone Says Hi. Horas que muitas vezes se estendiam até de madrugada, e Bowie sempre lá.

  • Sopa vietnamita com noodles de courgette, caju e tofu salteado

    Sempre que aparece por aí algo novo o meu pensamento direciona-se ou para o entusiasmo, ou para o cepticismo. Bem, no caso dos legumes espiralizados a situação foi mais complexa, descrevê-la-ia como uma mistura dos dois, uma espécie de “eh pá, isto pode ser brutal” com “espera lá, que isto parece destruir a minha imagem idealizada de pasta!”.

  • Assado de tupinambo e pastinaca com avelã tostada e molho camembert

    A primeira vez que encontrei tupinambo foi num mercado biológico no Porto não há muito tempo. Até então era-me completamente estranho e, não fosse o senhor que os vendia a dar-me algumas dicas, não sabia o que fazer com ele. E que bela descoberta foi. É doce, outonal, combina perfeitamente com cogumelos ou pastinaca e felizmente já não é assim tão difícil de encontrar.

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