• Quando falamos em Alentejo pensamos imediatamente em planícies quase intermináveis que se cruzam algures no horizonte com o azul carregado do céu. Pensamos em calor, talvez nos lembremos do aroma adocicado do poejo que corre numa brisa suave. Pensamos inevitavelmente em boa comida, pão, carnes, sopas, enchidos, azeite. E o vinho? Vinho, claro!

  • Com tanta coisa a acontecer ao mesmo tempo na minha vida neste momento, tem sido muito difícil manter uma rotina de publicação regular, mas achei que gostariam de ver algumas imagens do último retreat que eu e a Olaiya organizámos em Lisboa, o Lisbon Like a Local – Culinary & Creative Retreat no outono passado. Talvez com isso despertar o vosso interesse no próximo evento, Alentejo Nature, Handcraft & Culinary Retreat, que irá decorrer de 14 a 19 de Outubro em São Lourenço do Barrocal, Monsaraz.

  • Não sei se é o aroma adocicado do endro ou o fumado do peixe que tornam este molho irresistível. Possivelmente a combinação dos dois. Tenho usado este molho tantas vezes cá em casa que já se torna repetitivo, aqui no blog podem encontrá-lo por exemplo nestas ervilhas frescas grelhadas. Parece redutor, eu sei, mas é simplesmente delicioso. A sério que estava plenamente convicto que a minha erva aromática favorita era o coentro, mas o cheiro do endro mexe comigo mesmo a metros de distância!

  • “O Inverno este ano está a ser longo”, ouviu-se repetidamente. De facto, Janeiro e Fevereiro foram meses bons no Pico, mas em Maio a chuva e o frio decidiram atacar com força. A água, fria, mais fria do que é habitual para esta altura, acabou por atrasar o inicio da época do atum e a Albacora que gosta de aparecer por águas açorianas por volta do fim de Maio a inicio de junho, este ano “está em força na Madeira” diziam com preocupação.

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